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PAULA RUIVO

. A APRESENTAÇÃO DO LIVRO A ERVILHA QUE QUERIA IR DE FERIAS FOI UM SUCESSO AUTORA PAULA RUIVO

terça-feira, 4 de junho de 2013

O adolescente

O adolescente

O adolescente, dispondo de meios de adulto, deseja ser tratado como tal, mas é ainda criança.Magoa-se constantemente e comete infantilidades. Atravessa uma fase complexa que o torna confuso e chega mesmo a confundir os Pais.Mas afirmar que dispõe de meios de adulto não significa que possa utilizar-se deles. Para tanto, precisa de maturidade. Esta é a nobre e espinhosa missão do educador,ajudá-lo a atingir maturidade em tudo, no comportamento, na inteligência e sensibilidade.Diante de si, têm os Pais um indivíduo quase adulto, mas continuam a tratá-lo como criança. Esse é o grande erro! Toda contribuição que o ajude a conquistar personalidade será aceita, desde que os elementos sejam utilizados na ocasião oportuna: quando deseja ou tem necessidade deles. É o momento maravilhoso da técnica educativa, auxiliar quem procura situar-se como adulto. Uma resposta adequada vale mais que conselhos, castigos, máximas consecutivas, não por serem prejudiciais, mas por estarem inadequados.Quem orienta um adolescente deve usar da palavra como meio de comunicação o que significa ser sincero para colher proveito.O jovem reúne todas as forças interiores para fugir ao domínio, contrariando os que o cercam e que inconscientemente o impedem de atingir autonomia.Maturidade no comportamento corresponde ao sentido de autonomia que se não deve confundir com liberdade. O jovem quer ser adulto e, por isso, não suporta imposições nem castigos aplicáveis às crianças. Renega sermões mas precisa de ajuda. Não deve, pois, ser abandonado. Tem necessidade de alguém que o compreenda, que mantenha consigo um profundo contato de sensibilidade e afeição. Deixar-lhe a responsabilidade do próprio comportamento é o caminho a seguir. Nem a conversa de igual para igual será a terapêutica.Não se acredite que o adolescente rejeite qualquer auxílio. Será tão difícil organizar a vida familiar um modo tão fecundo que dirija as boas iniciativas?Exigir do adolescente confidência incondicional é tirar-lhe o direito de raciocinar, de fazer algo por conta própria. Exige-se da criança que conte tudo, mas com o adolescente será melhor não fazer disso uma obrigação, para não sugerir mentira. Respeitando-lhe os segredos, consegue-se conhecê-los com maior facilidade. Uma intimidade excessiva entre um dos Pais e o adolescente exclui dos dois a possibilidade de uma vida pessoal, símbolo de maturidade.
TATÃO

2 comentários:

  1. Um excelente texto ! Nem sempre é fácil educar um adolescente ! É necessário muita sensibilidade e compreensão !Adorei o vídeo " A ervilha que queria ir à escola "

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  2. Nem sempre é fácil saber educar um adolescente.Por vezes o sofrimento é o melhor remédio para acordar o espírito.Quem o teme sofre mais.
    "A ervilha que queria ir é escolha"é uma encantadora história com muita beleza,imaginação.Tem vindo a dar grandes alegrias às crianças e à autora - PAULA RUIVO - que vai na segunda edição.




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