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PAULA RUIVO

. A APRESENTAÇÃO DO LIVRO A ERVILHA QUE QUERIA IR DE FERIAS FOI UM SUCESSO AUTORA PAULA RUIVO

sábado, 1 de setembro de 2012

AOS PAIS:

AOS PAIS:

Estas palavras se dirigem principalmente aos Pais que imaginam o filho  sem prestar atenção à influência do meio familiar.As aulas estão à porta .Esquecem-se de que a criança não é um ser nômade, mas uma pessoa que deve adaptar-se a uma ordem familiar e escolar pré-estabelecidas.Se essa ordem não for favorável,não haverá adaptação e a criança adquire um comportamento irregular.Observando bem,existe uma perturbação afectiva que provoca tal comportamento,cuja responsabilidade recai sempre sobre a criança,mas foi criada pelos próprios Pais.É um grave erro punir sem remediar a causa. Tal erro resulta, quase sempre,da inconsciente afectiva dos Pais.Pode originar conflito conjugal.Pensando bem eles são vítimas da fraqueza paterna.Errados são os Pais,que não vigiam as saídas e das voltas tardias para casa.A mocidade paga bem caro o preço de uma liberdade desmedida,que a impede de discernir sobre os verdadeiros valores.Acontece,porém,que os conceitos antigos sobre o amor e o casamento eram rígidos que suscitaram transformações muito acentuadas,não servindo realmente para compensar o erro.Tiveram efeito contrário.Os encontros pessoais ao invés de proporcionarem aproximação de afinidades,criaram formas humanas muito esquisitas, de carácter deformado e atitudes reprováveis.Reflectir sobre as verdadeiras responsabilidades pessoais é um dever escondido que muita gente não descobre principalmente na vida agitada de hoje.As mães são preciosas em recuperam forças e serenidade capazes de realizar uma tarefa mais importante.Infelizmente,são poucos os Pais que, ao invés de condenarem com calma e ponderação atitudes e actos deixam-se dominar por estados emocionais de impaciência,raiva e pessimismo.A consequência mais certa é o rompimento de relações afectivas que têm início geralmente na adolescência,época em que o filho se opõe conscientemente às imposições.Pesam-lhe essa situação.Uma atitude exactamente oposta de ternura excessiva, de mimos exagerados é também prejudicial por não permitir ao filho a possibilidade de emancipação,podendo mesmo levá-lo às piores deformações morais.Se a criança ou adolescente difícil forem compreendidos podem,graças a um reajustamento afectivo, atingir o nível normal das crianças ou adolescentes normais da mesma idade.Obedecer é amar, desobedecer é despir-se de afecto.Quem educa tem necessidade de conhecer-se a si e à criança.Na própria infância dos Pais está,quase sempre,a chave do enigma da criança de comportamento irregular.A falta de equilíbrio dos Pais,a qual eles mesmos ignoram,é em muitos casos a origem da criança ou adolescente desajustado.O desenvolvimento da criança se fará normalmente,desde que sejam satisfatórias.A criança quer ser amada,mas repudia não só o amor que oprime como a ternura excessiva.A actividade que lhe é peculiar provém das exigências não poderá,portanto,ser subjugada por uma coação externa.Substituí-la por uma actividade que lhe agrade,se não for o único,será talvez o meio mais eficaz para educá-la.A segurança se refere mais ao aspecto moral que ao material. Decorre da coerência dos regulamentos impostos,da sensação de sentir-se amada,da satisfação de sua natural actividade.Somente esclarecidos e com uma visão mais ampla é que os Pais poderão oferecer um ambiente normal, harmonioso e sadio,ou porque já o possuam inicialmente ou procurem conquistá-lo por um esforço consciente,visando o bem dos filhos.

TATÃO

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