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PAULA RUIVO

. A APRESENTAÇÃO DO LIVRO A ERVILHA QUE QUERIA IR DE FERIAS FOI UM SUCESSO AUTORA PAULA RUIVO

terça-feira, 24 de agosto de 2010

COMPREENDER A DEPRESSÃO:


COMPREENDER A DEPRESSÃO:
Embora a tristeza seja um estado que toca a vida de todos nós, em qualquer momento a verdadeira depressão atinge-nos em todos os aspectos da nossa vida como se fosse um manto, que não vamos conseguir. Quem já sofreu uma depressão ou conviveu com alguém com uma depressão sabe bem como é. Esta é uma doença subtil, que se instala sem se dar por isso e que pode levar anos a desaparecer.

O primeiro passo para a cura de uma depressão é reconhecer que a temos, para depois então conhecê-la e começar a tratá-la. É importante termos consciência de que a depressão é uma doença do foro psíquico e que exige acompanhamento médico para ser ultrapassada. Esta doença atinge os centros nervosos que estão ligados ao cérebro, desencadeando uma série de alterações fisiológicas como insónias, falta de apetite, stress, cansaço e apatia. Infelizmente não basta querer para se ver livre destes sintomas, e mesmo que isso fosse o suficiente, a verdade é que a força de vontade nestas situações é das primeiras a esmorecer.

As mulheres parecem ser mais atingidas do que os homens, mas até as crianças podem ser afectadas por um estado depressivo. Um acontecimento na família, o nascimento de mais um irmão, a morte de um parente chegado, uma mudança de escola ou de emprego podem levar à depressão. Infelizmente esta é uma doença que atinge qualquer ser humano.

Sendo assim, o melhor será confiar no seu médico e, com a sua ajuda e os seus conhecimentos, entrar numa via de tratamento que embora longa será certamente segura e acabará por ter um final feliz. Ninguém melhor do que um especialista para saber diagnosticar uma depressão e o seu médico de família, estando a par da sua história clínica, saberá não só fazer o diagnóstico mais correcto como também indicar-lhe os exames médicos necessários, que levarão a um diagnóstico mais correcto.

No seu extremo mais radical, a depressão pode mesmo levar ao suicídio. Por isso mesmo deve ser levada a sério por si e por todos aqueles que lhe estão próximos: familiares, amigos, colegas de trabalho, professores, enfim, todos aqueles que compõem a sua vida social. Aliás, a falta de uma componente social saudável e equilibrada pode ser um dos factores contributivos para o desencadear de uma depressão nervosa.

Ajudar alguém que está próximo a tratar-se é não só uma grande ajuda para essa pessoa, como uma defesa para si que aprende a conhecer-se melhor e a enfrentar novos desafios. Mas é verdade que ver alguém que nos é querido deprimido, enervado e perturbado é muito frustrante. Paciência, muito amor, muita calma, compreensão e capacidade de ouvir são ajudas investigáveis e que acabarão por dar os seus frutos. Ajudar é  um bem que deve existir em todos nós, porque todos precisámos uns dos outros.

Tatão

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