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PAULA RUIVO

. A APRESENTAÇÃO DO LIVRO A ERVILHA QUE QUERIA IR DE FERIAS FOI UM SUCESSO AUTORA PAULA RUIVO

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

GOSTOS E INTERESSES:

O mundo continua cheio de pessoas, as queixas sobre a falta de gente interessante chovem de todos os lados.

Percebe-se que o ser interessante designa-se refere a temas ou características muito diferentes,a concorrência do lamento a propósito de colegas,amigos,eventuais namorados e mesmo meros conhecidos é capaz de merecer alguma atenção.

Em princípio,as pessoas deveriam estar cada vez mais interessantes .

O aumento da literatura, e das habitações académicas e profissionais,a maior circulação de pessoas no País e no mundo. O acesso a novas tecnologias e a formas de comunicação e informação,tudo parece combinar-se e evoluir no sentido de haver cada vez gente com mais temas de conversa,com opiniões melhor estruturadas,com mais interesses e um leque mais alargado de conhecimento.

No entanto,as queixas persistem e contratações quotidianas ao alcance de qualquer um são de molde a criar suspeitas.Será que tudo isto não chega,não serve,para alargar horizontes,abrir caminhos estimular a imaginação e fazer das várias gerações que compartilham extinguiram-se um mesmo tempo,rico de acontecimentos e aberto a tantas sensibilidades,criaturas mais interessantes.

Agrupamentos de gente capaz de servir de rastilho ao dono e ao diferente,envelheceram,extinguiram-se ou acomodam-se a ideologias raquíticos e superficiais,quando não mesmo a um politicamente correcto comezinho e agregado

a meia-dúzia de chavões.

Parece que a coisa pública deixou de ser interessante,que a cultura se foi restituindo a formas cada vez mais populares,que até a ciência se tornou repetitiva e redundante e que nas bordas de tudo isto evoluem pessoas sem destino certo,empenhadas em safarem-se ou escaparem o melhor possível.

Sem grande espaço de manobra,mais psicológico,parecemos todos destinados a ocuparmo-nos connosco próprios,com os nossos interesses imediatos,com a nossa vidinha necessariamente limitada .

Num mundo de gente virada para o próprio umbigo, é capaz de se tornar difícil torná-lo como gostaríamos que le fosse. Será possível ?

Tatão

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