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PAULA RUIVO

. A APRESENTAÇÃO DO LIVRO A ERVILHA QUE QUERIA IR DE FERIAS FOI UM SUCESSO AUTORA PAULA RUIVO

sábado, 30 de janeiro de 2010

EDUCAR É EDUCÁ-LOS:



Os pais se preocupam com a instrução, mas deixam de lado o maior presente que podem oferecer às crianças: momentos de alegria e amor com sua presença.
Amor é força criadora, estimula a alegria de viver.
Esquecem-se também os pais de cultivar nos adolescentes capacidades morais, base da formação de um carácter forte que permita o conceito de si e dos outros.
A indisciplina reinante nas escolas revela amarga pobreza de educação.
É triste ao professor gastar energia dia a dia, tentando estimular o gosto pelo estudo e o apreço pelas coisas importantes da vida a um grupo desatento,e sem ideal.É o que acontece em certos casos, mas é frequente aos maus professores.
Convençam-se os educadores, pais ou professores, que educar é educar-se.
Quanta gente existe completamente desajustada no ensinar e aprender, não por inteira incapacidade, mas por falta de esclarecimento e reflexão.
A sociedade anda tão corrompida, que está a exigir que a educação não se limite ao lar e à escola, mas a todos os ramos de actividade. A situação do mundo reflecte bem a perda de respeito por si, pelo próximo e pela vida.
Quem sofre a influência de um meio ambiente digno, aprende e ensina dignidade.
A falta de interesse gira em torno da corrupção. Não habituar-se ao trabalho é cultivar o tédio e incentivar os vícios.
Cumpre aos pais o dever de zelar pela formação do meio ambiente, procurando actividades sadias e interessantes capazes de proporcionar à juventude um mundo de valores superior ao mundo de conhecimentos.
            O papel da família é neutralizar as más companhias que tanto concorrem para a independência com brutalidade.
É preciso que se vejam os adolescentes com os olhos da consciência, não possuem outros defeitos que não sejam ignorância sobre o valor da vida, frivolidade e inexperiência.É claro que se encontram jovens enervantemente preguiçosos, insensatos e até cruéis, mas o são pela própria idade e abandono em que se encontram, o que não acontece com os adultos, pela força do hábito ou do cálculo.
            O problema da adolescência é, em grande parte, o de adaptação ao meio.
Essa adaptação não será conseguida, enquanto os adolescentes se comprazerem na mediocridade de pensamentos e paixões: querendo que seus desejos se realizem de maneira fulminante, tornando-se imensamente ingênuos quando supõem que podem abarcar a complexidade dos problemas políticos e sociais.
O de que precisam é um meio honesto, sadio e inteligente que os ajude a orientar-se.
As excentricidades, os cabelos compridos, as roupas exóticas são formas inconscientes de protesto contra o desamor dos adultos, acusações tremendas contra a capacidade dos educadores e subserviência dos pais!
Se a geração actual, ao invés de disciplinar e acarinhar os valores morais, motivá-los e abafá-los, a reacção da juventude será violenta.
            Os adolescentes gostam de viver em grupo. Têm o sentido social tão vivo, que são capazes de atingir o sacrifício pelo triunfo do perdido.
            Por serem rebeldes, necessitam de alguém que lhes modere os impulsos, mas com inteligência e persistência.
O importante é fazê-los compreender que na vida só recebem os que podem dar.
Os adolescentes não podem ter uma vida passiva como na infância. Necessitam de compreender o mundo para tomar um rumo, escolher e subordinar à conduta elementos de valor.
O grande drama juvenil se enquadra na falta de compreensão dos adultos sobre essa selecção de valores.
Entenda-se por valor tudo quanto satisfaz nossas necessidades.
Tatão

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