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PAULA RUIVO

. A APRESENTAÇÃO DO LIVRO A ERVILHA QUE QUERIA IR DE FERIAS FOI UM SUCESSO AUTORA PAULA RUIVO

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

A VERDADEIRA CAUSA:


A VERDADEIRA CAUSA:

É fundamental focar este tema muito importante,faz parte da situação em que se vive.Uma das consequências imediatas e visíveis da instalada crise económica é a onda de despedimento que afecta, praticamente, todos os sectores. Nalguns casos os despedimentos percebem-se e justificam-se pela diminuição de consumidores e público do produto final das empresas.Gosta-se ou não, na continuação das actuais estrutura, há mesmo que reformar e redimensionar. Noutros casos, no entanto, há um claro aproveitamento económico do clima de abrandamento económico para, antes das situações ficarem pretas, se arrumar a casa e mandar embora empregados que trabalham menos do que se queria, que são pouco apreciados ou mais conflituais e, também, os que ganham mais do que a media.

É sobre estes últimos, os despedidos que o são apenas porque são mais caros, que vale a pena uma reflexão mais minuciosa que, em última analise, se transforma num dos mais preocupantes sinais dos tempos.Se existem trabalhadores bem remunerados apenas porque o anterior quadro do trabalho deixava que a antiguidade fosse um posto e os aumentos um automatismo,o facto é que durante algum tempo, eventualmente para se cortar com essa atitude instalada, se entendeu que o mérito e a qualidade de alguns merecia destaque, nomeadamente com incentivos económicos. Aparecem assim duas gerações de trabalhadores mais bem pagos, uns porque faziam parte da mobilia outros porque eram tidos como essenciais à qualidade das empresas.Essa diferenciação, que entre nós nunca chegou a ser generalizada nem muito clara,está em vias de extinção.

Bons, maus ou assim-assim tanto dá, desde que sejam baratos.A lógica implícita é óbvia, todas têm que ser bons, esforçados e igualmente mal pagos, já que a raridade da ofensa de emprego igualizar, ainda que por baixo.
Em teoria, percebe-se. Na prática, e sendo a condição humana como é o que acontecer é que os que costuma acontecer é que os que poderiam protagonizar mudanças e reformar situações complexas desistem, desinvestem ou adaptam-se a forma de ser e estar da maioria,que, irremediavelmente, está longuíssimo de qualquer patamar de excelência. Por que é que temos sempre vistas curtas e outra vez os mesmos erros, é em si um espantoso e inquietante mistério.

Tatão

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