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PAULA RUIVO

. A APRESENTAÇÃO DO LIVRO A ERVILHA QUE QUERIA IR DE FERIAS FOI UM SUCESSO AUTORA PAULA RUIVO

domingo, 26 de julho de 2009

A VIDA CONJUGAL:


A VIDA CONJUGAL:

Estive a refletir que devia escrever sobre as relações com pais,maridos, filhos, amigos etc. O esforço necessário às vezes que disponho a fim de compreender e ser compreendida a comunicação é mais abrangente e complexa em nossas vidas de que, nos damos conta, ao falarmos emitimos também as nossas preocupações sentimentais, a visão de nós e do outro. Atrás de uma palavra ou expressão enviamos tantas mensagens, o outro que nos ouve e poderá compreendê-las influenciado por seus pensamentos e sentimentos. Quando conturbada pode levar um casal a situações pouco confortáveis e até mesmo à separação. Quando as pessoas, ambas possuem características próprias de expressar que sente e pensam, que absorveram ao longo da vida com as suas famílias e outros relacionamentos, já estão treinados e habituados.Ao se relacionarem com seus parceiros no intuito do culto do amor. A vida a dois, o amor não serve de tradutor e nem de cola se a comunicação está difícil. Então se inicia o desencontro, quando um fala o outro ouve, um simples pedido soa como uma ordem, uma reclamação sugere uma insatisfação e desqualificação. São inumeras as situações quotidianas onde a comunicação passa a ser utilizada como uma arma na luta de poder entre o casal levando-os a uma escalada em quem tem razão, impedindo desta maneira o culto do diálogo e do enentendimento de significado de cada um. Não observando meios como, actividades doméstica, filhos e até mesmo amigos "com uma forma de nunca estarem a sós,Deste modo a relação está contaminada pelas frustrações e mágoas que se acumulou em cada parceiro. Cada palavra, gesto, olhar, atitude poderá contribuir para um ciclo vicioso, que alimenta cada momento do casal mantendo-se como uma dança que o casal constroi por anos, até ocorrerem factos na vida que exija no casal um desentendimento. Se a comunicação conturbada adoce o relacionamento, confiança, fidelidade, perspectiva de futuro, construção da felicidade, interesse sexoal,e o amor adoece junto.

Não pretendo insinuar que a paixão não resiste ao desgaste do cotidiano. Sugerir que com o passar do tempo, uma história de amor perde o brilho, falar de tédio e afastamento, de desencontro e ilusões perdidas. Não tem de ser assim.

Fomos embalados pelas histórias de príncipes e princesas que marcaram nossa infância, acreditámos que o casamento é uma garantia de eterna completude e que o encontro amoroso trará a segurança de um afecto incondicional e a excitação do efêmero. Mas a construção do amor se faz a cada dia. Os perigos se renovam, mudem de aspecto. É preciso estar alerta, para não se deixar seduzir pelas armadilhas da comunicção. É necessário ser forte e valente, para não ser tragado pelas areias movediças da mesma. Sobretudo é preciso ser sábio para reconhecer esses inimigos - que se escondem atrás de máscaras inocentes, como as contínuas concessões ao tédio. Os pequenos descuidos para com o outro. O diálogo é rico na mantenção do vínculo amoroso proporciona o respeito mútuo das características de cada um, o fortalecimento de suas afinidades, deve ser o alimento forte para a felicidade.

Tatão

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