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PAULA RUIVO

. A APRESENTAÇÃO DO LIVRO A ERVILHA QUE QUERIA IR DE FERIAS FOI UM SUCESSO AUTORA PAULA RUIVO

domingo, 14 de junho de 2009

O MATRIMÓNIO:






O MATRIMÓNIO:

O casamento promete Felicidade, no caso de haver um profundo amor entre ambos. Na verdade o que quero dizer é que o Matrimónio, por interesses,nunca pode dar em felicidade. Deve ser como uma flor que vai desabruchando lentamente se abre para o amor. Mais cedo ou mais tarde tudo vai acontecer na vida do casal. É uma união solene, entre duas pessoas diferentes, com legitimação religiosa ou civil. Matrimónio é uma celebração solene.
Sei que nos dias que se passam é difícil encontrar o parceiro para esta jornada em que parece ser hoje um dos maiores desafios do homem moderno e da mulher.

Entendo que houve profundas alteraçóes comportamentais nestes últimos anos que mudam a trajetória do casamento. Uma longa história carrega esta instituição ao longo do exestencialismo humano e nas diversas formas sociais e religiosas. O casamento traz várias estatístiscas e análises que poderiam mostrar debates infidáveis.Há casais que após anos de perfeita união sentem que o casamento acabou tornando-o em rotina e tentam destruir a união que os fez unir. Qual será a razão? Incompatibilidade de feitios, leviandade, fases difíceis da vida, dinheiro, poder etc. Tanta coisa poderia acrescentar, mas o melhor é deixar ao critério de casa um.

Estou convencída de que, o casamento de hoje se torna mera possibilidade cada vez mais remota e inesquecível, vendo-o ou percebendo-o de forma como estam sendo levados.O casamento tradicional de "antigamente"não é como o actual. Por vezes ele é uma carta "branca", mas quando se encaixa satisfazem mais as necessidades. A individualidade crescente cria opções cada vez mais pessoais e acabam achando que as pessoas com quem convivem é que se devem adaptar aos seus costumes.


Assim esta é a primeira grande dificuldade, encontrar o parceiro certo neste mundo desvairadamente globalizado e não se mantendo inflexíveis com a sua individualidade, princípio fundamental do casamento.
O conhecimento mútuo hoje totalmente exacerbado do sentido real. Quando duas pessoas começam a pensar que foram "feitos um para o outro" podem acabar por julgar que não foram para mais ninguem. O amor romântico não enxerga os defeitos de outra pessoa. O amor real tende enxergar todos ou pelo menos estar convencido de que existem os defeitos que se manifestam um dia.Temos que amar o outro com os defeitos que tem, isto é amor.

Portanto, o período de escolha deve de ser exercido com critério, e após isto o casamento pressupõe comprometimento mútuo. Para que o amor não somente sobreviva, mas cresça cada um dos cônjuges têm de descobrir virtudes novas com virtudes amadurecidas.Cada dia que passa o amor no casamento tem que crescer para se tornarem completos.Se não for assim acabará por haver uma separação o que no dia a dia em que vivemos mais acontece.

Aqui está uma das grandes virtudes amadurecidas para que o amor no casamento cresça, ambos têm que lutar para que ao viverem se sintam inseparáveis sabendo lidar com o seu parceiro amá-lo e poder progredir. Se assim não for será impossível a felicidade.
A generosidade e doação de si mesmo é que torna-os mais amáveis.


O sacrifício entre os dois se é que assim se possa dizer há outra exigência da vida matrimonial.
Todo o "sacrifício" que os filhos exigem dos Pais desde os seus primeiros anos é o principal factor previsto pela natureza para amadurecerem, desenvolverem e unirem-se. O sacrifício compartilhado é um dos melhores laços de amor entre Pais e filhos.

Tatão

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