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PAULA RUIVO

. A APRESENTAÇÃO DO LIVRO A ERVILHA QUE QUERIA IR DE FERIAS FOI UM SUCESSO AUTORA PAULA RUIVO

segunda-feira, 8 de junho de 2009

FELICIDADE:



FELICIDADE:

Todos nós a procurámos mas será que a conseguimos alcançar? Quando nos perguntam ou nos perguntámos somos realmente felizes o que respondemos?

Aristóteles referiu que a felicidade não é mais do que a nossa capacidade de contemplação.
Quanto mais se desenvolve a nossa faculdade de contemplar as nossas possibilidades de felicidade, e não por acidente, mas justamente em virtude da natureza da contemplação.Felicidade é um estado permanente que não parece ter sido feito, aqui na terra, para o homem.
Na terra tudo vive num fluxo contínuo que não permite que coisa alguma assuma uma forma constante. Tudo muda à volta. Nós próprios também mudámos.
Contudo sem essas ilusões que criamos, não seriamos certamente felizes. Seríamos um ser desprovido de essência do latim, auguriam, que significa augúrio ou sorte, pois a mesma não dependeria do homem, mas sim de algo exterior. O que é para nós sermos felizes, o que precisámos para o sermos. Hoje em dia a felicidade é algo que dificilmente se atinge, as nossas necessidades condicionam essa mesma felicidade. Vivemos numa falsa felicidade numa triste felicidade de vivermos como realmente somos. Há uma referência para atingirmos a felicidade, realização , riqueza o amor são componentes que nos ajudam a encarar a verdade. A felicidade está associada a sentimentos como a alegria, o regozijo, o prazer, o amor e muitos outros sentimentos.

A felicidade concede uma vida de contínuo prazer, no entanto poucos a conseguem alcançar, propõe viver de acordo com a lei nacional da natureza e aconselha a indiferença em relação a tudo que é externo ao ser, aceitando de bom grado aquilo que nos acontece para o cristianismo o guia para a felicidade - é o encontro com Deus - . As pessoas felizes são consideradas mais socáveis flexíveis, criativas e capazes de suportar as frustrações diárias com maior facilidade do que as infelizes.

O mundo em que vivemos condicionado a nossa felicidade, mas só nós próprios poderemos ter deveres felizes ao longo da nossa vida realizados deveres felizes, por vezes, a nossa escolha é a destruição da felicidade, outras é o princípio da construção dela.
No nosso dia a dia não pensámos na felicidade mas sim em termos prazeres imediáticos em sabermos as suas repercussões futuras e se nos trarão a verdadeira felicidade, tal como uma montanha russa, em que para alcançarmos um pouco de felicidade, que nos leva à montanha, demoramos bastante a chegar e a mesma se desvanece em poucos momentos.

Ao alcançar determinado objectivo proposto ao longo da nossa vida, encontramos como um breve objecto só nos proporciona a verdadeira felicidade se procurarmos um novo caminho para chegar ao cume.
A felicidade não está no fim da nossa caminhada, mas sim no caminho que percorremos para a descobrir. Devemos viver sentindo-nos felizes porque se vivemos na tristeza esta acabará por destruir a nossa autêntica felicidade.

A felicidade não é algo que se encontre longe, mas pelo contrário a mesma encontra-se bem perto, dentro de nós, só temos é de a procurar bem.

Tatão

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