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PAULA RUIVO

. A APRESENTAÇÃO DO LIVRO A ERVILHA QUE QUERIA IR DE FERIAS FOI UM SUCESSO AUTORA PAULA RUIVO

domingo, 12 de abril de 2009

RIDÍCULO:





Há quem sofra terrivelmente com o facto de poder inspirar troça aos outros e há quem não perceba quando isso acontece,como e porquê. Há quem dê conta do ridículo das pessoas, situações e se inquiete, quase até à vergonha.Há quem se divirta na procura de detalhes diferentes que pode ser caricaturados.
Há quem sinta o ridículo como o primeiro momento da grande humilhação e há quem não faça a menor ideia dessa possível relação.
Se é verdade que aprendemos todos, desde pequenos, que existe a brincadeira e a zombaria, entre o humor e o sarcasmo,entre a boa e a má-educação, e que esse traço é inultrapassável, também é verdade que cedo verificamos que essa é uma regra constantemente transgredida. Apontamos os miúdos como exemplo.Referimos aquilo que descrevemos como uma espécie de crueldade infantil, em que a peruca do senhor careca, a gordura excessiva de alguém, o estrabismo, mesmo discreto,de um colega, são motivos suficientes para comentários críticos. Mas se as crianças, entre elas e em relação aos mais crescidos, treinam os limites do que se diz e do que não se diz, do que pode servir, pagando o preço em ralhetes e zangas. Os adultos escapam a qualquer tipo de sanção.

Parece que alguns se divertem com o dar nas vistas, com o ser notado, despreocupados e desinteressados da qualidade da valorização dos seus comportamentos e atitudes sem, no entanto, se esquivarem a práticas discursivas de crítica e zombaria.
Outros, pelo contrário,exercitam-se a passar por entre os intervalos da chuva, a não serem sentidos ou pressentidos, como se qualquer olhar, qualquer reparo, pudesse pôr a nu algo que devem esconder e que, frequentemente, os próprios desconhecem.

Se não se consegue que exista uma medida de ridículo e se dá para verificar todos os dias que resulta patético nuns, parece distinto noutros. Talvez dê para esclarecer que o ser humano deve de ser respeitado, pensando que o que acontece aos outros poderia acontecer a nós próprios.

Para sermos respeitados devemos de saber respeitar.

Tatão

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